
Ela vivia entre dois mundos, e sofria no seu leito de agonia desesperada com as vozes que ouvia no sussurar do vento que ela agora dominava, mas as velhas cicatrizes abriam se a todo momento quando esta divagava á procura de uma réstia do passado que a atormentava e atraia ao mesmo tempo.
Jael ,vivia entre dois mundos paralelos e as vezes intransponíveis e só um abismo de fogo e tempestades estava entre eles.
Esta sofria porque um dia havia sido um ser que pertenceu á raça dos homens mesquinhos ,sedentos pelo ouro,pelo impuro e pelo prazer atroz que os marcava de todas as outras criaturas do hiperespaço aonde todos se iam revelando como sociedades animalescas.frias,estereotipadas mas convencidas que governavam o mundo sideral.
Jael achava na sua inocência que todos esses seres seriam puros,seriam guiados por o musculo do peito que eles tanto faziam questao de exibir em conceitos hipócritas e cínicos.
A principio esta não conseguia distinguir a que ponto estes seres disfarçados de luz poderiam enganar as suas presas com cânticos de amor,doces lamentos,historias dos seus feitos e esquemas sedutores.
Em pouco tempo Jael conseguia só ouvir aquelas melodias de engano ,e fascinada aos poucos foi caindo naquele enredo de malícia e entorpecimento.Os anos foram chegando e esta vivia numa redoma já sem se aperceber,um dos seres fascinantes e disfarçado do homem de todos os poderes e seguranças mantinha a cativa num misto de droga alucinante e de um mundo sempre cinzento.Para ela o nascer e o por do sol so teria aquelas cores,que não seria possível tocar no cumes dos montes ,chorar de prazer so de olhar o belo de alguém que ela sonhava, mas aquela figura era o seu porto seguro.
Vivia num emaranhado de códigos,princípios e regras,tinha que dizer que estava feliz quando o seu coração começava a quebrar,aos poucos pingos de sangue salpicavam o seu profundo ser e a ideia de se arrastar para um tumulo agradava lhe.Aos poucos as máscaras daqueles homens que se diziam superiores iam caindo, aos poucos como um castelo de cartas,como uma torrente de chuva em que a sua enxurrada arrasta todos os detritos e agora ela via a ruína á sua frente. Sentia queimar se por dentro mas não sabia porque,era como se uma força a impelisse a gritar em silencio em invocar os sentidos das estrelas,os quasares e os densos buracos negros que a sugariam num rodopio de emoções e prazer e traze la de novo ao mundo dos sonhos.
No entanto os sonhos já tinham partido para a terra dos sábios e Jael sabia que a sua vida estava em suspenso num pesadelo que só ela poderia acordar.
Foi então que um dia…..
Jael ,vivia entre dois mundos paralelos e as vezes intransponíveis e só um abismo de fogo e tempestades estava entre eles.
Esta sofria porque um dia havia sido um ser que pertenceu á raça dos homens mesquinhos ,sedentos pelo ouro,pelo impuro e pelo prazer atroz que os marcava de todas as outras criaturas do hiperespaço aonde todos se iam revelando como sociedades animalescas.frias,estereotipadas mas convencidas que governavam o mundo sideral.
Jael achava na sua inocência que todos esses seres seriam puros,seriam guiados por o musculo do peito que eles tanto faziam questao de exibir em conceitos hipócritas e cínicos.
A principio esta não conseguia distinguir a que ponto estes seres disfarçados de luz poderiam enganar as suas presas com cânticos de amor,doces lamentos,historias dos seus feitos e esquemas sedutores.
Em pouco tempo Jael conseguia só ouvir aquelas melodias de engano ,e fascinada aos poucos foi caindo naquele enredo de malícia e entorpecimento.Os anos foram chegando e esta vivia numa redoma já sem se aperceber,um dos seres fascinantes e disfarçado do homem de todos os poderes e seguranças mantinha a cativa num misto de droga alucinante e de um mundo sempre cinzento.Para ela o nascer e o por do sol so teria aquelas cores,que não seria possível tocar no cumes dos montes ,chorar de prazer so de olhar o belo de alguém que ela sonhava, mas aquela figura era o seu porto seguro.
Vivia num emaranhado de códigos,princípios e regras,tinha que dizer que estava feliz quando o seu coração começava a quebrar,aos poucos pingos de sangue salpicavam o seu profundo ser e a ideia de se arrastar para um tumulo agradava lhe.Aos poucos as máscaras daqueles homens que se diziam superiores iam caindo, aos poucos como um castelo de cartas,como uma torrente de chuva em que a sua enxurrada arrasta todos os detritos e agora ela via a ruína á sua frente. Sentia queimar se por dentro mas não sabia porque,era como se uma força a impelisse a gritar em silencio em invocar os sentidos das estrelas,os quasares e os densos buracos negros que a sugariam num rodopio de emoções e prazer e traze la de novo ao mundo dos sonhos.
No entanto os sonhos já tinham partido para a terra dos sábios e Jael sabia que a sua vida estava em suspenso num pesadelo que só ela poderia acordar.
Foi então que um dia…..

