Vislumbrei te num dia de escuridão e de amargura,num dia de desolação e desespero.Estava eu prescrutando os céus que me elevava em espiral e looping de êxtase quando começaste a ser primeiro uma mancha indefinida mas que foi crescendo ,crescendo,transformando se num cenário de potencia e magestade perante os meus olhos,olhos que so te viam entre o sonho e o horizonte……
Vislumbrei te no local que ambos exorcizamos os nossos medos, aplacamos o amor sem tempo,sem prazo ,sem sentido sujeitamo nos ao poder do vento sem nunca perder o tino do farol que nos iluminava nas noites so nossas……
Vislumbrei te com medo,com loucura,com todo o meu ser e rendi me a tua trova de cavaleiro dos tempos antigos que empunhava a sua espada pela minha honra num qualquer torneio entre o tempo remoto e o intemporal…..
Vislumbrei te entre os desertos e fortalezas que escondiam o nosso segredo ,segredo enterrado nos túmulos aonde animais rastejantes sabiam da chave……
Vislumbrei te num sonho infinito de prazer ,de volúpia misturado com a carne e espírito lutando pelo seu lugar entre as areias que nos assolavam e nos indicavam o caminho…….
Vislumbrei te aonde as aguas amam se entre as rochas escorregadias e viscosas apenas vigiadas pela nossa luz e corria para ti todos os dias para me fazeres nascer no alto da colina…
Vislumbrei te como o único que iria fazer historia comigo,fazer do mundo o nosso teatro,o nosso cenário aonde as grutas,a menta ,as dunas,o teu jogo ,o meu jogo só seriam desvendados quando um dia apenas te tocassem num jorrar de aguas que nos limparia e inundaria para sempre os nossos músculos que carregamos no peito…..Nesse dia de chuva e alegria faria de nos melhores,faria de nós o exemplo ,mas não…vislumbrei te tão mal,enganei me no tempo,baralhei o teu rosto,apenas vislumbrei o cavaleiro negro,vislumbrei apenas a sombra do que poderias ser….
Vislumbrei de alma aberta e limpa,joguei me das minhas asas para as tuas e deixaste me cair no abismo,viraste as costas quando a sombra da tempestade te marcou e nem deixaste a luz do nosso farol alertar o mar ,alertar o sonho e em espiral e caindo para a morte do fundo do mar em fiquei emersa numa estatua de sal,inanimada ali jazendo para sempre sem o teu chamamento mas ascendeste das cinzas para voltar a eles como um arco íris cinzento que abandona a batalha quando não mais quer ganhar……
O vislumbre era apenas um sonho,uma metáfora do que poderia ser, um véu enegreceu agora toda a minha vida e nunca mais sairei do meio do sal ,do meio da areia e la ficarei para sempre esperando o teu sinal…sinal que sei agora que nunca virá!
Vislumbrei te no local que ambos exorcizamos os nossos medos, aplacamos o amor sem tempo,sem prazo ,sem sentido sujeitamo nos ao poder do vento sem nunca perder o tino do farol que nos iluminava nas noites so nossas……
Vislumbrei te com medo,com loucura,com todo o meu ser e rendi me a tua trova de cavaleiro dos tempos antigos que empunhava a sua espada pela minha honra num qualquer torneio entre o tempo remoto e o intemporal…..
Vislumbrei te entre os desertos e fortalezas que escondiam o nosso segredo ,segredo enterrado nos túmulos aonde animais rastejantes sabiam da chave……
Vislumbrei te num sonho infinito de prazer ,de volúpia misturado com a carne e espírito lutando pelo seu lugar entre as areias que nos assolavam e nos indicavam o caminho…….
Vislumbrei te aonde as aguas amam se entre as rochas escorregadias e viscosas apenas vigiadas pela nossa luz e corria para ti todos os dias para me fazeres nascer no alto da colina…
Vislumbrei te como o único que iria fazer historia comigo,fazer do mundo o nosso teatro,o nosso cenário aonde as grutas,a menta ,as dunas,o teu jogo ,o meu jogo só seriam desvendados quando um dia apenas te tocassem num jorrar de aguas que nos limparia e inundaria para sempre os nossos músculos que carregamos no peito…..Nesse dia de chuva e alegria faria de nos melhores,faria de nós o exemplo ,mas não…vislumbrei te tão mal,enganei me no tempo,baralhei o teu rosto,apenas vislumbrei o cavaleiro negro,vislumbrei apenas a sombra do que poderias ser….
Vislumbrei de alma aberta e limpa,joguei me das minhas asas para as tuas e deixaste me cair no abismo,viraste as costas quando a sombra da tempestade te marcou e nem deixaste a luz do nosso farol alertar o mar ,alertar o sonho e em espiral e caindo para a morte do fundo do mar em fiquei emersa numa estatua de sal,inanimada ali jazendo para sempre sem o teu chamamento mas ascendeste das cinzas para voltar a eles como um arco íris cinzento que abandona a batalha quando não mais quer ganhar……
O vislumbre era apenas um sonho,uma metáfora do que poderia ser, um véu enegreceu agora toda a minha vida e nunca mais sairei do meio do sal ,do meio da areia e la ficarei para sempre esperando o teu sinal…sinal que sei agora que nunca virá!

