
Entra no meu coração e vê a penumbra e dor que me envolvem,vê como as espadas da vida dilaceram me numa espiral de dúvidas,de revoltas e de medos…..
Entra no meu coração e vê que a sombra ofuscou a luz da vida,que o desterro me arrasta para o abismo,entoa me por entre este corpo cansado e sofrido a morte…
Entra no meu coração e vê a distancia tecendo um emaranhado de nãos e de porquês que me empurram no caminho do desespero sem ter poder e controle desta vida sem significado…
Quão miserável eu sou,por ser um fracasso que vive sem ter de viver,leva me para longe ó vento do mal,ó vento dos limites além do tempo…
Faz de mim um seixo das marés que nunca mais retornará e ficará nas profundezas do desconhecido para nunca mais ser lembrada.Na tua ira ,faz do meu coração uma estátua de sal levada pelas ondas do mar e esconde me no interior do teu oceano…
Entra no meu coração e vê quão miserável eu sou,por achar ter direitos sobre ti ó sonho, de uma vida que me é e será para sempre vedada,uma vida de exílio nas montanhas da distancia e das brumas.Vida que tanto quero apagar, mas que teima em permancer, como se o teu nome fosse marcado em brasa,para nunca esquecer que tenho de viver sem a tua luz e o teu arco íris do amor em degredo para sempre….
Entra no meu coração e vê que a sombra ofuscou a luz da vida,que o desterro me arrasta para o abismo,entoa me por entre este corpo cansado e sofrido a morte…
Entra no meu coração e vê a distancia tecendo um emaranhado de nãos e de porquês que me empurram no caminho do desespero sem ter poder e controle desta vida sem significado…
Quão miserável eu sou,por ser um fracasso que vive sem ter de viver,leva me para longe ó vento do mal,ó vento dos limites além do tempo…
Faz de mim um seixo das marés que nunca mais retornará e ficará nas profundezas do desconhecido para nunca mais ser lembrada.Na tua ira ,faz do meu coração uma estátua de sal levada pelas ondas do mar e esconde me no interior do teu oceano…
Entra no meu coração e vê quão miserável eu sou,por achar ter direitos sobre ti ó sonho, de uma vida que me é e será para sempre vedada,uma vida de exílio nas montanhas da distancia e das brumas.Vida que tanto quero apagar, mas que teima em permancer, como se o teu nome fosse marcado em brasa,para nunca esquecer que tenho de viver sem a tua luz e o teu arco íris do amor em degredo para sempre….

3 comentários:
Suas e respiras literatura! Admiro a tua sede de escrever. quero cheagar aí. allways my idol!
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